té
E a fumaça sobe, a água evapora.
O vapor sobe ao ambiente, aquecendo-o,
Ou será o vapor deixando o calor para se resfriar?
Eis um gole, e o calor me acalma.
Um doce para o descanso,
Um descanso para o descaso.
Lembro de mim quando,
Com ambas as mãos, seguro a caneca
E sinto o aroma de nostalgia.
A fumaça sobe a mim,
E eu, sereno e só, lembro de mim.
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Os sentidos que dão vida a tudo…é a beleza da palavra e a força do poema, bjão, sempre,Isa.
temp’ao q naum teclo com vc
abra;o