É um pouco disperso e muito longe de medidas,

Imensurável em superlativos pacóvios,

Num reino em que o ocaso é constante

E o raiar dum novo dia é porvir fantasioso.

Como se o Jack fosse aliviar a tensão

No fim de uma garrafa que não esvazia

Ou no filtro de um cigarro eterno.

O porvir é fantasioso

E os superlativos são inúteis.

Os superlativos são inexpressivos.

Por isso calar é expressar o ocaso dorido de mil anos,

De um corpo, de uma alma, de um átomo mal ligado.

A energia de aeons que se transfere como um não,

Que transmito como Shiva.

E gritar é um superlativo inútil.

Que haja caos o suficiente para um fim,

Que haja entropia para minha cegueira

E um ocaso finito para um descanso nessa noite.