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MST – Malandragem Sem Tamanho

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“E agora nós viemos aqui para, pelo menos, dar prejuízo para eles.”

Essa é uma frase no discurso de um dos chefes do MST, Miguel Cerpa (ou Serpa), mostrado num vídeo que pode ser visto nesta matéria do G1 (clique aqui).

O vídeo foi gravado antes de uma das invasões ocorridas no ano passado, naquela em que os malandros derrubaram milhares pés de laranja, saquearam casas e destruíram maquinários. É porque tudo isso é estritamente necessário para a ocupação produtiva de terras, né?

Não é de hoje minha implicância com esse  bando de inescrupulosos, que saem por terras alheias exigindo que as mesmas lhes sejam dadas, que montam suas barracas como se fossem os proprietários do mundo, cagam e mijam onde bem entendem, trancam rodovias, fazem o que um legítimo grupo terrorista poderia fazer. Aliás, deixem que eu seja claro em minhas opiniões: MST é terrorismo com uma boa dosa de malandragem e vadiagem.

Nunca vi um advogado reclamando a falta de casos, ou um engenheiro civil protestando na rua pela falta de prédios. Quem eles pensam que são para exigir que lhes seja dado algo que não lhes pertence, apenas porque não sabem fazer de outra forma o seu sustento, pensam que podem reclamar pelo que é dos outros.

O vandalismo é intrínseco a esse movimento dos sem-terra, está grudado nessa corja, como siameses inseparáveis. Tenho certeza de que eles jamais saberiam como administrar as terras que anelam, sabem fazer demasiadamente bem o trabalho de marginais para que eu possa acreditar no talento e perseverança de verdadeiros agricultores residindo nos corpos dessas pestes.

Quando se pensa no MST não se pode dissociar a imagem da sujeira que habita naqueles barracos, e não falo de sujeira orgânica; contudo, agora que se pôde ver e ouvir o discursinho adolescente e estúpido do “dar prejuízo para eles”, qualquer outro termo escatológico utilizado seria meramente um eufemismo.

Pois que se lhes aponte o dedo e os chame: corja!

Em alto e bom som: Corja!

Arroz Transgênico x Greenpeace

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Em tempos que se fala de aquecimento global, da poluição dos rios e dos lençóis freáticos, de terremotos, de ciclones e tornados e toda sorte de fenômenos da natureza, diversos, muitas vezes, do que de deveria esperar ou prever, é preciso ser cauteloso e sensato ao fazer afirmações ou tomar atitudes pouco sensatas.

Admira-me que, em conjunto com os distúrbios supracitados, o ser humano, como um animal coagido, reaja cada vez mais histericamente. A ironia é uma chave da racionalidade, mas há uma linha muito tênue separando ela do ridículo.

Hoje (quinta-feira, 15 de outubro de 2009), alguns ativistas do Greenpeace invadiram a reunião da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), e o fizeram por se tratar de uma reunião que tinha por objetivo expôr os processos para a liberação do arroz transgênico no Brasil.

Ora, perdoem-me os que se sentirem ofendidos, mas a transgenia só apresenta ameaça a quem não se satisfaz economicamente com isso. Ademais, a manipulação genética não deve ser encarada como algo absurdo, não mais, foi-se o tempo dos mistérios dessa tecnologia. Não sou exatamente um defensor da Sra. Dilma, muito do Lula e seus sequazes, contudo, deve-se admitir que as abordagens do Greenpeace têm sido cada vez mais infelizes.

Fala-se muito em desenvolvimento sustentável, e, tendo em vista que os transgênicos têm rendimento muito superior aos grãos “naturais”, ocupando áreas muito menores para uma produção até mesmo maior, e sendo manipulados para resistirem a muitas pragas sem que seja necessária a aplicação de veneno, torna-se simplesmente incongruente a barreira que os ativistas da “paz verde” querem impôr.

É preciso pensar com mais calma, é preciso ter uma visão mais ampla. Quando se diz um não, quando se protesta contra algo, é necessário apresentar a contra-proposta, é quase um método científico, e esse protesto, por melhor (ou pior) que tenha sido, até onde pude ver, não trouxe nenhuma outra solução para a rizicultura.

Segue abaixo uma foto de dois tipos de arroz, e eu pergunto: você sabe qual é o transgênico? A imagem foi retirada do site http://dlgazzoni.sites.uol.com.br/pagina21.htm , e eu sugiro que leia sobre esse arroz e, se ainda é contra a transgenia, repense o caso.

golden-rice

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