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A Desmielinação Neuromotora
01003 dias
by Christian Silveira
in Bobagens
E se fosse tu?
Tens noção da seriedade da doença do pobre Gene?
Cada pessoa tem suas limitações e problemas, e precisa ser respeitada, não sabemos o que faríamos quando submetidos às mesmas circunstâncias. Portanto, respeito o próximo.
Ah, e evite jogar muito videogame.
OBS: ative as legendas no canto direito inferior do vídeo.
C.R.A.Z.Y. – Loucos de Amor
41297 dias
by Christian Silveira
in Eu
Ontem à noite vi um filme. Deus, isso por si só já é um grande evento, porque nos últimos tempos não havia macumba que me fizesse ou ficar acordado ou vencer a ansiedade pra não trocar de canal no meio do filme, ou ainda fazer outra coisa ao mesmo tempo. Então, falemos do grande evento que me foi assistir esse filme (ai ai, suspiro saudosista da minha época de cinéfolo – folo?).
Pois bem, o nome do filme é C.R.A.Z.Y. – Loucos de Amor. Há tempos eu via as chamadas nos intervalos do Telecine e ansiava por vê-lo, ontem dei sorte de ligar a televisão bem na hora que começava.
A história é de uma família comum, isso implica em problemas, vidas conturbadas, drogas, brigas, homossexualidade, bebedeiras e muita música boa. Zac, um dos filhos de um casal europeu bastante típico, é o protagonista, e possui 4 irmãos: o mais velho (creio eu), extremamente rock and roll, drogas, sexo (hetero), tatuagens e cigarro o tempo todo; um outro irmão, que não recordo o nome, estilo semi-nerd, inteligente, um promissor na arte almofadinha; o terceiro, um esportista, jogador de algum esporte, com tudo que tem direito o estereótipo; Zac, o sexualmente indefinido, oscilando entre homossexualidades e garotas (mas hetero do que homo), não tantas drogas quanto o irmão mais velho, um estilo meio poser, um fã de David Bowie, que mais tarde ganha a vida como discotecário; e, finalmente, o mais novo, gordinho, cabeludo, sem importância nisso tudo.
São vários os momentos interessantes do filme. A fotografia é ótima, mas melhor ainda é a trilha sonora, impecável. Quanta intensidade naqueles relacionamentos, e a fundamentação psicológica dos personagens, com suas impressões, idiossincrasias e nuances.
Fiquei extremamente tentado a dar detalhes, descrever minhas opiniões, mas não o farei. Veja o filme, só digo isso. O final nos reserva momentos de incrível emoção, coisas q Hollywood não faz por você, mas o cinema europeu faz. Uma lição de tolerância, de valores de uma família de verdade.
Valores? Sim, valores. Ser casto, asseado, branquinho e polido o tempo todo não é a essência. A humildade, o saber voltar atrás, o saber perdoar ofensas, saber que o sentimento de paternidade, maternidade, irmandade, qualquer relação desse tipo, está muito acima de efêmeras inconveniências.
Filmes inspiradores assim me deixam tão desinspirado.
Pois bem, o nome do filme é C.R.A.Z.Y. – Loucos de Amor. Há tempos eu via as chamadas nos intervalos do Telecine e ansiava por vê-lo, ontem dei sorte de ligar a televisão bem na hora que começava.
A história é de uma família comum, isso implica em problemas, vidas conturbadas, drogas, brigas, homossexualidade, bebedeiras e muita música boa. Zac, um dos filhos de um casal europeu bastante típico, é o protagonista, e possui 4 irmãos: o mais velho (creio eu), extremamente rock and roll, drogas, sexo (hetero), tatuagens e cigarro o tempo todo; um outro irmão, que não recordo o nome, estilo semi-nerd, inteligente, um promissor na arte almofadinha; o terceiro, um esportista, jogador de algum esporte, com tudo que tem direito o estereótipo; Zac, o sexualmente indefinido, oscilando entre homossexualidades e garotas (mas hetero do que homo), não tantas drogas quanto o irmão mais velho, um estilo meio poser, um fã de David Bowie, que mais tarde ganha a vida como discotecário; e, finalmente, o mais novo, gordinho, cabeludo, sem importância nisso tudo.
São vários os momentos interessantes do filme. A fotografia é ótima, mas melhor ainda é a trilha sonora, impecável. Quanta intensidade naqueles relacionamentos, e a fundamentação psicológica dos personagens, com suas impressões, idiossincrasias e nuances.
Fiquei extremamente tentado a dar detalhes, descrever minhas opiniões, mas não o farei. Veja o filme, só digo isso. O final nos reserva momentos de incrível emoção, coisas q Hollywood não faz por você, mas o cinema europeu faz. Uma lição de tolerância, de valores de uma família de verdade.
Valores? Sim, valores. Ser casto, asseado, branquinho e polido o tempo todo não é a essência. A humildade, o saber voltar atrás, o saber perdoar ofensas, saber que o sentimento de paternidade, maternidade, irmandade, qualquer relação desse tipo, está muito acima de efêmeras inconveniências.
Filmes inspiradores assim me deixam tão desinspirado.
