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Mulheres de coxas grossas

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Pois bem, muitos devem ter lido a coluna de hoje do Paulo Sant`Ana na Zero Hora criticando essa “epidemia” de pernas grossas em mulheres, e ele ainda foi adiante ao fazer uma afirmação perigosíssima: “Não é isto que nós, homens, queremos”, referindo-se às pernas grossas. Quem pode, de forma assim tão simples, generalizar a opinião masculina sobre o corpo das mulheres? Como eu sempre falo “gosto é gosto, dizia uma velha lambendo sabão”.

Particularmente (notem que não disse “os homens” em geral), sou adepto da mulher “prato cheio”, se tiver coxas grossas, ótimo, se tiver peitos grandes, excelente, se for alta, muito bom. Essas características não devem importar, protestas contra isso serve apenas como um incentivo (e sei que o Sant`Ana destacou que é contra) à anorexia.

Contudo, existem mulheres e mulheres. Existem aquelas que não combinam, ao meu ver, com coxas grossas, existem aquelas que são lindas mesmo magras, por mais que eu diga que gosto de “carne”.

 

Não devo estar enganado, creio que lembro de ter lido o próprio Paulo ter escrito sobre a anorexia anos atrás, sobre a magreza das modelos, repudiando esse tipo de corpo, pra desespero daquelas mulheres que tentam, incansavelmente, criar corpo. Esse caso é o mesmo, critica-se o biotipo contrário, e nunca nenhuma mulher está satisfeita.

Com o Sant`Ana reclamando assim dos corpos femininos estou começando a pensar que… ahm, bem, melhor deixar pra lá.

Sejamos bem claros, mulher precisa se sentir bem, sem paranóias, precisa ser linda do jeito que é, do jeito que quer ser, sem buscar um padrão de beleza, senão aquele que ela deseja, pois hoje temos opções – malhadas ou secas. Mulher tem que ter pele macia, tem que ser cheirosa, carinhosa, inteligente e, é claro, feminina.

Eu, primeira pessoinha do singular, gosto de mulher com coxas grossas, peitos grandes e alta, porém, isso não quer dizer nada, posso, perfeitamente, me apaixonar por uma mulher com biotipo bastante diferente.

Daria por encerrado aqui o texto, no entanto, tem uma outra frase interessante no texto de hoje do Paulo: “Está aí o mercado de desfiles de moda a pregar claramente que o caminho para a beleza está na esbeltez.”

Segue abaixo duas fotos, uma de uma modelo de passarela (como na frase logo acima) e outra de uma modelo fotográfica. Você escolhe o que acha mais atraente.

 

O declínio do Ponto G

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A doutora Andréa Burri acaba de levantar a mão contra o falecido doutor Grafenberg ao dizer, através de sua tese e pesquisa, obviamente, que o famosíssimo (quase tão famoso quanto os Beatles e certamente mais famoso que deus) Ponto G não existe. (Non Ecziste, como diria o grande Pe. Quevedo, aliás, falando em padre… deixa pra outra hora).

Pois é, a pesquisadora do centro de estudos King`s College, especializada em sexo (sexologia, seu pervertido), afirmou que o Ponto G inexiste, para ser mais exato, usarei as palavras da própria Andréa para o jornal da BBC: “It is rather irresponsible to claim the existence of an entity that has never been proven and pressurise women and men too.” – Tradução tosca: ‘é um tanto irresponsável afirmar a existência de algo que nunca foi provado e também pressionar homens e mulheres’.

Agora, meus caros e minhas caras, a tarefa de encontrar o ponto G foi acabada, não deve mais ter a preocupação com a famosa zona erógena, daqui por diante deve ser como sempre deveria ter sido: buscar todos os pontos possíveis de prazer que a mulher se sentir à vontade.

Colocar a cabecinha apenas no Ponto G (ui) deve ter feito muitas mulheres e homens perderem noites e noites de sexos que poderiam ter sido ótimo e por causa disso foram apenas legais (Y).

A doutora Andréa Burri e o co-autor, Tim Spector, ressaltam que um fator importantíssimo para que os orgasmos orgásticos (entenda como quiser) é a famosa “vida equilibrada”. E o que isso significa? Alimentação saudável, exercícios físicos intensos e regulares, evitar estresse, etc. Ah, e é claro, e isso é por minha conta, acho que um pouquinho de álcool pode auxiliar, conquanto que a guria não ‘desmaie’.

Então, meninos e meninas, toquem-se, beijem-se, chupem-se, whatever, o importante não é encontrar o Ponto G, mas sim encontrar o alfabeto inteiro no corpo da amiguinha colorida, ou melhor, fazer em números, assim não se corre o risco de acabar.

Ummilhãoquatrocentosmilsetecentosetrintaetrês…

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