A doutora Andréa Burri acaba de levantar a mão contra o falecido doutor Grafenberg ao dizer, através de sua tese e pesquisa, obviamente, que o famosíssimo (quase tão famoso quanto os Beatles e certamente mais famoso que deus) Ponto G não existe. (Non Ecziste, como diria o grande Pe. Quevedo, aliás, falando em padre… deixa pra outra hora).

Pois é, a pesquisadora do centro de estudos King`s College, especializada em sexo (sexologia, seu pervertido), afirmou que o Ponto G inexiste, para ser mais exato, usarei as palavras da própria Andréa para o jornal da BBC: “It is rather irresponsible to claim the existence of an entity that has never been proven and pressurise women and men too.” – Tradução tosca: ‘é um tanto irresponsável afirmar a existência de algo que nunca foi provado e também pressionar homens e mulheres’.

Agora, meus caros e minhas caras, a tarefa de encontrar o ponto G foi acabada, não deve mais ter a preocupação com a famosa zona erógena, daqui por diante deve ser como sempre deveria ter sido: buscar todos os pontos possíveis de prazer que a mulher se sentir à vontade.

Colocar a cabecinha apenas no Ponto G (ui) deve ter feito muitas mulheres e homens perderem noites e noites de sexos que poderiam ter sido ótimo e por causa disso foram apenas legais (Y).

A doutora Andréa Burri e o co-autor, Tim Spector, ressaltam que um fator importantíssimo para que os orgasmos orgásticos (entenda como quiser) é a famosa “vida equilibrada”. E o que isso significa? Alimentação saudável, exercícios físicos intensos e regulares, evitar estresse, etc. Ah, e é claro, e isso é por minha conta, acho que um pouquinho de álcool pode auxiliar, conquanto que a guria não ‘desmaie’.

Então, meninos e meninas, toquem-se, beijem-se, chupem-se, whatever, o importante não é encontrar o Ponto G, mas sim encontrar o alfabeto inteiro no corpo da amiguinha colorida, ou melhor, fazer em números, assim não se corre o risco de acabar.

Ummilhãoquatrocentosmilsetecentosetrintaetrês…