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Augusto dos Anjos – Monólogo de uma Sombra
06/10/09
Não gosto e nem costumo postar textos que não sejam meus, mas esse é necessário. Minha vida na literatura é dividida em eras, e uma delas foi marcada pela presença constante da poesia desse poeta deslocado de sua geração.
O poema Monólogo de uma Sombra é, como quase todos poemas de Augusto, intenso, soturno, impressionante, denso, e uma série de adjetivos impotentes diante da força de sua poesia.
Diz-se que ele costumava construir suas poesias em voz alta, caminhando, declamando, e isso faz muito sentido, pois a sonoridade delas é sempre muito enérgica.
da tônica
18/08/09
À caminho de casa eu me perdi, então sentei sob toldo nenhum, sobre pedra alguma, e comecei a pensar: quem mesmo?
Lembro que nasci em Cruz Alta – RS, depois eu esqueci, agora estou em Santa Maria – RS. Mas quem mesmo?
Fui bastante, hoje sou muito, mas muito pouco. Ainda assim, pra preencher o bastante que fui, me encho de nadas.
