Música

Massacration – Mummy loves metal – VMB 2009

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A melhor banda de metal do Brasil (?)!

“The Mummy wants to do a bacanal

The Mummy is very sensual”

Pain of Salvation – ! (Foreword) – Ending Themes DVD

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WALK WITH ME!

There are worlds to see!

Pra quem anda pensando que a vida é só novela e livros dos vampirinhos do que tão bombando, sugiro que tome um gole de força de vontade e saia da mesmisse. Existem tantas formas de se viver, mas ser mais um nas massas não me parece uma escolha sábia.

Caminhe comigo, existem mundos para se ver.

“Are you brave enough to leave me in control?”

Ouça Pain of Salvation, leia PoS, investigue PoS e o que eles investigaram.

“World is in your hand!”

Logo as coisas ficam claras.

Agora sim: Pearl Jam – Backspacer

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Capa do álbum Backspacer (2009)

Capa do álbum Backspacer (2009)

    Agradeço ao Junior por ter me enviado o link do álbum novo do Pearl Jam, Backspacer. Baixei na hora o CD pra matar logo minha curiosidade. O trabalho ficou muito bom. Aqui vai um breve faixa à faixa:

1-      Gonna See My Friend: um rockzão cheio de energia e bem clássico do Pearl Jam, digno de uma música do álbum Yield, abusando do refrão e dos gritos rasgados e agudos do Eddie Vedder. Achei uma faixa boa, mas não está entre as que mais gostei do álbum.

2-      Got Some: Seguindo a mesma receita da faixa anterior, Got Some é outro rock grunge cheio de força, uma música que fica na cabeça e boa de gritar.

3-      The Fixer: o primeiro single deste álbum, uma música muito boa, com uma pegada bem Seattle, a cara da banda. Pra mim é trilha sonora de um filme bom, dá até pra construir uma cena. Nada de novidade até aqui, baterias simples, guitarras sem muito enfeite e vocal gritado: como o Pearl Jam da antiga.

4-      Johnny Guitar: na minha humilde opinião, a faixa mais fraquinha do álbum, talvez porque não seja nada grudenta nem tem um apelo comercial.

5-      Just Breathe: a primeira balada, e uma das melhores músicas do CD. Tem o dedo, a mão, o braço… do Eddie Vedder aí, a música é toda ela, a cara dele, e me lembra, uma das músicas que ele fez pro filme Into The Wild. Um violão dedilhado, meio folk, e os vocais serenos e resignados fazem dela uma “lentinha” clássica.

6-      Amongst The Waves: outra música muito boa, pra ouvir num dia de chuva no verão, traz uma espécie de crescimento pessoal ali. Não chega a ser um rock pegado como as primeiras faixas, mas também não é uma balada. Um solo de guitarra típico de Pearl Jam, arranjado com uma terça, dá um diferencial do que as outras faixas apresentaram até então.

7-      Unthought Known: um grunge progressivo, começa com uma guitarra abafada e a voz do Vedder, depois vai crescendo triunfalmente. Por essa levada crescente, transbordam emoções na música, parece um pouco romântica. Dá vontade de colocar no repeat.

8-      Supersonic: e voltamos à fórmula do rock and roll, acorde de tensão com bateria quatro por quatro, uma guitarra no fundo com licks bem simples, um baixo quadradão e os vocais estilo “breakerfall”.

9-      Speed of Sound: a balada referida em outro post no site, com uma letra bem legal, arranjos um pouco mais trabalhados que o das primeiras faixas e que o de Supersonic. Não segue o movimento quadrado de outras músicas, traz um trabalho mais consistente e mais maduro, assim, parece, de fato, uma música do Pearl Jam quarentão.

10-   Force Of Nature: assim como a música anterior, um trabalho mais “crescido”, mas sem fugir à identidade grunge. O overdrive nos acordes faz o pano de fundo da canção, junto com um teclado bem simples e legal.

11-   The End: uma balada excelente, talvez a minha canção preferida deste álbum. Um violão arranjado com violino e a voz do Eddie terminam o CD com mérito e melancolia, o que eu mais queria e esperava dessa banda.

Depois de escrever esse raso e despretensioso faixa à faixa, descobri que o produtor deste álbum (Brendan O`Brien) é o mesmo produtor do Vitalogy e Yield. A banda continua com sua formação original até hoje: Eddie Vedder nos vocais, Stone Gossard e Mike McCready nas guitarras, Matt Cameron na batera e Jeff Ament no baixo.

Então está aí, mais um do Pearl Jam para os fãs saudosos do bom e velho grunge.

Pearl Jam – Backspacer – 09 – Speed of Sound

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      E daqui dez dias deve acontecer o lançamento do Backspacer, novo álbum do Pearl Jam. Estou cada vez mais empolgado com esse trabalho, como as músicas ainda não vazaram na net, depois de garimpar um pouco eu encontrei o setlist do álbum e também mais uma canção (além de The Fixer postado anteriormente).

     O setlist é o seguinte: Gonna See my Friend, Got Some, The Fixer, Johnny Guitar, Just Breath, Amongst the Waves, Unthought Known, Supersonic, Speed of Sound, Force of Nature e The End.

      A nova música que encontrei tem o título de “Speed of Sound”, uma baladinha, violão e voz, no estilo do que o Eddie Vedder havia feito na trilha sonora do filme Into The Wild (Na Natureza Selvagem), e sua melancolia me lembrou Oceans do primeiro álbum, ou então o humor triste de Soon Forget do Binaural. O fato é que Speed of Sound é uma canção simples, porém muito bonita, que dá vontade de colocar no repeat e ouvir várias vezes, até enjoar.

    E que venha o Backspacer logo, estou bastante ansioso.

    Segue, abaixo, a música nova:

“And yet i`m still holding tight

to this dream of distant light

in that somehow I`ll survive

but this night has been a long one

waiting on a sun that just don`t come”

Pearl Jam – The Fixer

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Ahhh!!! Finalmente!!

O álbum novo tá chegando, mas eles deixaram uma prévia pros fãs: The Fixer.

O Pearl Jam é uma banda que marcou muito a minha adolescência, o álbum Ten é, até hoje, para mim, o melhor álbum deles. Não consigo descartar uma só música dizendo que não gosto muito, todas são ótimas, cheias de intensidade e paixão. Ah, o grunge era tão vivo na época desse CD.

Indubitavelmente, Black foi a balada que eu mais toquei no violão, que mais cantei na adolescência, que mais me fez chorar nas crises daquela fase. Jeremy despertava tanta energia interna, uma espécie de raiva, de ira, sinto falta dessa força secreta. Even Flow, Alive, Oceans, Garden, Porch, Release, Once, enfim, todas ótimas músicas, apesar de serem bastante cruas musicalmente, com arranjos extremamente simples, mas de um bom gosto incrível, e uma inovação para uma época de ouro do rock grunge.

Pra quem não lembra, o grunge tinha várias bandas ótimas: Pearl Jam, Nirvana, Alice In Chains, Bush, Stone Temple Pilots, etc. Esses são alguns dos nomes que lembrei agora, mas tem inúmeros bandas boas, com a mesma proposta musical.

Depois dos últimos CDs, eu sentia um Pearl Jam meio apático, com músicas boas, mas sem aquele mesmo espírito de Do the evolution, quase comecei a desacreditar na banda. Mas hoje, quando vi o clip da música nova, criei esperanças de uma espécie de renascimento, aliás, tenho tido esperanças assim quanto ao grunge. Queria ver, também, daqui uns dias, Silverchair anunciando álbum novo com a mesma pegada do Frogstomp, ou Freak Show, ou até mesmo do Neon Ballroom.

Mas voltando ao assunto, estou ansioso para ouvir o novo álbum do Pearl Jam, e espero que seja bom, muito bom.

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