Indignação

MST – Malandragem Sem Tamanho

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“E agora nós viemos aqui para, pelo menos, dar prejuízo para eles.”

Essa é uma frase no discurso de um dos chefes do MST, Miguel Cerpa (ou Serpa), mostrado num vídeo que pode ser visto nesta matéria do G1 (clique aqui).

O vídeo foi gravado antes de uma das invasões ocorridas no ano passado, naquela em que os malandros derrubaram milhares pés de laranja, saquearam casas e destruíram maquinários. É porque tudo isso é estritamente necessário para a ocupação produtiva de terras, né?

Não é de hoje minha implicância com esse  bando de inescrupulosos, que saem por terras alheias exigindo que as mesmas lhes sejam dadas, que montam suas barracas como se fossem os proprietários do mundo, cagam e mijam onde bem entendem, trancam rodovias, fazem o que um legítimo grupo terrorista poderia fazer. Aliás, deixem que eu seja claro em minhas opiniões: MST é terrorismo com uma boa dosa de malandragem e vadiagem.

Nunca vi um advogado reclamando a falta de casos, ou um engenheiro civil protestando na rua pela falta de prédios. Quem eles pensam que são para exigir que lhes seja dado algo que não lhes pertence, apenas porque não sabem fazer de outra forma o seu sustento, pensam que podem reclamar pelo que é dos outros.

O vandalismo é intrínseco a esse movimento dos sem-terra, está grudado nessa corja, como siameses inseparáveis. Tenho certeza de que eles jamais saberiam como administrar as terras que anelam, sabem fazer demasiadamente bem o trabalho de marginais para que eu possa acreditar no talento e perseverança de verdadeiros agricultores residindo nos corpos dessas pestes.

Quando se pensa no MST não se pode dissociar a imagem da sujeira que habita naqueles barracos, e não falo de sujeira orgânica; contudo, agora que se pôde ver e ouvir o discursinho adolescente e estúpido do “dar prejuízo para eles”, qualquer outro termo escatológico utilizado seria meramente um eufemismo.

Pois que se lhes aponte o dedo e os chame: corja!

Em alto e bom som: Corja!

Aumento da gasolina… nada de novo

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Fico completamente perdido e sem saber por onde começar o texto. Tenho um misto de vergonha e indignação, ora, whatahell acontece com esse país? Aumento na gasolina de novo?

Somos bombardeados com propagandas da Petrobrás de que somos “um país auto-sustentável em petróleo”. Temos a campanha do pré-sal e toda aquela função dos caças e submarinos que iríamos gastar milhões na compra, no entanto, a gasolina vendida para os hermanos tem preço de mercado muito mais baixo do que o daqui de dentro do nosso país (coloque no diminutivo, estou tentando ser menos pejorativo).

Então, fico me perguntando da forma mais simples possível: de que adianta sermos auto-sustentáveis em petróleo? Nem nós, brasileiros, pagamos um preço justo pela gasolina, enquanto a Petrobrás (note que começa da mesma forma que a palavra Petralha) enche as cuecas, sapatos, bolsas e o que for de dinheiro, nosso dinheiro.

Tudo bem, havia uma espécie de acordo de que o preço da gasolina seria regulado de acordo com o preço do barril no exterior e com o preço do dólar. Contudo, a valorização dólar não vem caindo desesperadamente há tempos? E aí, como isso se relaciona com o aumenta da gasolina dessa vez? Qual é a equação que faz com que isso aconteça? Qual a oscilação da bolsa de valores que eu perdi que faz com que isso seja, no mínimo, coerente?

É espantosa a forma com que ficamos parados, conformados e sem reação diante dessa falcatrua imoderada.

Roubalheira, essa é a palavra. E eu pergunto: você quer ficar aí, sentadinho, sendo roubado, enquanto os bolsos de alguns embusteiros ficam recheados de garoupas?

Proteste, de qualquer forma, contra esses abusos.

Do natal, do aquecimento global, da neve, etc.

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Sim, agora temos neve no blog, por três motivos:

1- Eu gosto de inverno;

2- O Fagner pôs esse aplicativo, eu mal sei atualizar o blog;

3- Tenho medo do aquecimento global;

Agora temos aquela onda de comprações de presentes, um corre-corre selvagem que parece que o mundo vai acabar.

Na época da onda de Natal, que parece começar cada anos antes, as pessoas parecem esquecer de crise, esquecem da prestação do carro que está atrasada, do aluguel no fim do mês, da parcela da geladeira que comprou no meio do ano, etc. Tudo é relevado e mais presentes são comprados.

Cultivando uma cultura assim, qual a esperança de que exista um acordo verdadeiro lá em Copenhague? Bullshit!

Pão e circo funciona há mais de dois mil anos, não vai ser agora que isso vai parar de dar certo.

Como não temos futebol nessa época, então os especiais de fim de ano bombam na televisão, enquanto o povo come lentilha e arroz na sala, e o Roberto Carlos continua lá, quase um museu nos anos novos da rede Globo. Pão e Circo minha gente, pão e circo!

Recuso-me (hoje, porque meu humor ‘vareia’) a voltar aquele lance de descrever de onde veio o natal e tudo mais, mas serei sucinto em dizer: natal não é consumismo! (inclua um ‘porra’ indignado depois da palavra consumismo).

Tampouco é hipocrisia.

Sair na noite de natal ou ano novo é um saco maior do que o do Papai Noel, é um feliz natal de lá, um próspero ano novo de cá, e um pensamento que guardamos para nós mesmos: quem era aquele babaca?

Pessoas que mal cumprimentam na rua repentinamente tornam-se arautos das boas festas de fim de ano.

Eu que não abraço e nem fico desejando coisas boas pra todos que encontro, muito menos faço uma marcha pela paz quando, na verdade, sabemos perfeitamente que quando mexem no nosso apedrejamos essa mão intrometida.

Por isso a neve tá liberada aqui no blog de país tropical subdesenvolvido de terceiro mundo submerso por chuvas e esgotos trancados, porque tenho medo do aquecimento global, captou?

Marcha pela paz – Chapecó/SC

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Buenas, hoje é domingo, dia 13 de dezembro de 2009, são exatamente 16:46 da tarde. Não sei a quantas anda a ‘Marcha pela paz’ que está acontecendo aqui em Chapecó – SC. Pelo que entendi, o evento é uma união entre algumas igrejas para celebrar e incentivar a paz. Bonito isso, não é?

O que acontece, meus caros, é que dessa vez não é minha birra com essa vulgarização de deus e a popularização da preguiça mental, que vão disseminando a aceitação estúpida do povo pelo que lhes é dito pelos pastores e mestres espirituais. Não é birra minha, mas essa marcha pela paz é uma completa farsa, fogos de artifício, só pra aparecer, somente para os pastores poderem comercializar suas religiões com mais propriedade. Sinceramente, não confio nisso, não acho que tenha sentimentos sinceros por lá, e sei que não tenho muitos fatos pra apoiar o que digo, mas sustento mesmo assim.

Nesses últimos dias passei por diversos carros com os adesivos do evento referido. Nas vezes em que cruzei por esses carros enquanto dirigia fiquei admirado com a paz que esses sujeitos transmitiram. Não sei se é perseguição, sendo apenas comigo isso, ou se foi do momento, ou se (o que acredito ser a verdade) as pessoas que participam disso precisam compensar suas atitudes rotineiras com fogos de artifício, disfarçando o que deixam de fazer diariamente com alguns passos lentos e insignificantes.

Foram exatos nove carros que passaram por mim com esse adesivo enquanto eu dirigia, foram exatos oito motoristas destes nove carros que se comportaram como se estivessem num ‘monster truck’, cortando a frente dos outros, entrando em rótulas sem nem ao menos diminuir a velocidade, buzinando por coisas pequenas, e até um deles ficou me encarando ao cortar minha frente quando eu já estava percorrendo a rótulo, ah sim, perguntei-me onde estaria a paz do cara quando ele passou e eu percebi o adesivo.

Tudo bem que o trânsito em Chapecó é uma confusão, e a máxima ‘cuide com os tios chapeludos’ se aplica muito bem, mas então tire o adesivo e então comporte-se como o animal que é.

Marcha pela paz, acho que muitos ali deveriam ficar apenas marchando mesmo, sem tocar num volante, muito menos numa arma, e, se possível, consultem-se com um psicólogo pra entender melhor esse comportamento de compensação, talvez assim consigam perceber que suas falácias são pra disfarçar seus atos, na maioria cometidos tão conscientemente quanto um macaco faria.

Xuxa Vs. Ana Maria Braga, ou desnecessário

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Fim de ano, mesmo pegando alguns exames, em outras matérias já passei, que é o caso da matéria da quinta-feira de manhã (Materiais, utilidades e corrosão), então aproveitei pra treinar ainda pela manhã.

Como quinta-feira é dia de correr um pouquinho na esteira, fui preparado com meu mp3 pra academia. Ainda bem que pude ouvir minha música bem alto e não precisei escutar o que as senhoras idosas Xuxa Meneguel (é isso mesmo?) e Ana Maria Braga falavam. Contudo, não pude evitar de assistir à cena ridícula das duas: uma briga de comida.

Por favor, a dona Ana Maria Braga – que recebeu dádivas de seu deus, que fez não sei o que ajoelhada, que prega desenvolvimento sustentável, paz, harmonia, amor e essas coisas de uma Madre Teresa – fazendo guerra de comida? Não fecha. Parece como aquela criança que quer encaixar as pecinhas no tabuleiro, não entram, não batem, não fecham, a não ser que tudo seja muito ilusório e estejamos sendo enganados pelas aparências (hein?).

E da Xuxxxa, o que dizer? Até se compreende, ela não superou a fase oral do seu desenvolvimento muito bem (devo incluir a fase anal também? Sem malícias pessoal, por favor); e trabalhar como apresentadora de programa infantil por tanto tempo não pode fazer bem à saúde, alguma patologia mental ela deve ter desenvolvido, ou então, desenvolveu-se como apresentadora por já possuir tal patologia, isso fica com vocês.

Xuxxxa X Ana Maria (cheguei a tontear de tanto X).

Foi vergonhoso ver aquilo, quinta-feira de manhã, com duas celebridades brasileiras, pessoas que são (infelizmente) referência de mídia. Guerra de comida é coisa pra 200 anos atrás, quando não víamos (e isso não queri dizer que não existisse) pessoas morrendo desnutridas, quando não tínhamos ONU, etc. É coisa para pessoas que, como eu, não procuram ficar pregando o bem e a paz mundial, dizendo que isso ou aquilo é feio. Falar é bonito, chorar como ator em frente às câmeras é mais bonitinho ainda, mas fazer, tomar atitudes de gente grande (né donas Xuxa e A.M. Braga?) já são outros quinhentos.

Tudo bem que a comida não era lá essas coisas, mas como minha mãe sempre me disse: brincar com comida é feio.

Shame on you, Xuxxxa e Ana Maria.

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