Indignação
Marcha pela paz – Chapecó/SC
5Buenas, hoje é domingo, dia 13 de dezembro de 2009, são exatamente 16:46 da tarde. Não sei a quantas anda a ‘Marcha pela paz’ que está acontecendo aqui em Chapecó – SC. Pelo que entendi, o evento é uma união entre algumas igrejas para celebrar e incentivar a paz. Bonito isso, não é?
O que acontece, meus caros, é que dessa vez não é minha birra com essa vulgarização de deus e a popularização da preguiça mental, que vão disseminando a aceitação estúpida do povo pelo que lhes é dito pelos pastores e mestres espirituais. Não é birra minha, mas essa marcha pela paz é uma completa farsa, fogos de artifício, só pra aparecer, somente para os pastores poderem comercializar suas religiões com mais propriedade. Sinceramente, não confio nisso, não acho que tenha sentimentos sinceros por lá, e sei que não tenho muitos fatos pra apoiar o que digo, mas sustento mesmo assim.
Xuxa Vs. Ana Maria Braga, ou desnecessário
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Fim de ano, mesmo pegando alguns exames, em outras matérias já passei, que é o caso da matéria da quinta-feira de manhã (Materiais, utilidades e corrosão), então aproveitei pra treinar ainda pela manhã.
Como quinta-feira é dia de correr um pouquinho na esteira, fui preparado com meu mp3 pra academia. Ainda bem que pude ouvir minha música bem alto e não precisei escutar o que as senhoras idosas Xuxa Meneguel (é isso mesmo?) e Ana Maria Braga falavam. Contudo, não pude evitar de assistir à cena ridícula das duas: uma briga de comida.
Lixo no ônibus
4Nessas idas e vindas da universidade eu presencio cada coisa nos ônibus que daria um livro. Na maioria das vezes não escrevo por preguiça de anotar o assunto para escrever quando houver tempo, dessa vez, porém, o objeto foi repetido e, assim, relembrado.
Há alguns dias estava voltando para o centro de ônibus que, como sempre, quando passa em frente a Sadia enche. Levantei para dar lugar a uma mulher. Pois que fiquei observando essa senhora, depois que levantei, ela tinha uma expressão dessas que a gente logo percebe que é dada à falta de vida interna, uma pessoa de pouquíssima instrução e muito menos uma racionalidade que se possa chamar de humana, aliás, isso é tema para outro texto.
Em certo momento a mulher tirou da boca o “chiclé” que estava mascando, começou a fazer uma bolinha com ele entre os dedos, e eu já estava quase rindo por antecipação, prevendo que ela colocaria aquilo de volta à boca. Eu estava errado. A mulher tapou a mão que fazia a obra de arte com a outra que estava desocupada e, como um macaquinho – pois realizou e completou todos os trejeitos e adjuntos necessários para que eu diga macaquinho – soltou aquela bolinha no chão do ônibus. Pronto, ela tinha se livrado da goma que já estava sem sabor em sua boca, apenas incomodando com a necessidade de uma mastigação contínua, pronto, problema resolvido.
Do caso do líder do AfroReggae e dos policiais
3Todos devem estar por dentro já dos detalhes mais relevantes acerca do assasinato do líder do AfroReggae, Evandro João da Silva, não há mídia que ainda não tenha divulgado incansavelmente sobre isso, que não tenha emitido sua opinião que, neste caso, foram todas únicas: os policiais omitiam socorro e não prenderam os bandidos, logo, devem ser punidos.
Falou-se que Evandro teria sido vítima de discriminação ao não ser socorrido, e fomos levados do início ao fim a acreditar nisso, contudo, assistindo às imagens, não há como determinar o que está ou não no campo de visão dos policiais, não podemos dizer se eles olhavam para frente ou para os lados, não há como tirar deles o direito de dizer (e é o que estão falando) que não viram o corpo no chão.
Sendo assim, que os policiais não tenham visto o corpo do líder do AfroReggae, ora, o resto pode ser perfeitamente congruente. Eles viram os assaltantes com algumas coisas nas mãos que, obviamente, eram roubadas, renderam os bandidos, recolheram tais coisas e está tudo certo, pois não teria havido flagrante nem nenhum outra prova.
