Eu
Filhos das estrelas
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Acho incrível a fascinação que as estrelas me causam.
Lembro que desde criança gostava de ficar muito tempo deitado, ao ar livre, olhando o céu da noite, a lua e as estrelas, sem uma causa aparente, sentia uma atração por isso, uma sensação boa, de paz, calma, sossego e harmonia.
Da folha em branco e a nova velha forma de escrever
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Hoje comprei um pacote de folhas de ofício. Minha necessidade de escrever há dias vem se arrastando e minha cabeça tem resistido a estas teclas que uso no momento. Teimei…teimei, então resolvi tentar à moda antiga: papel e caneta.
Sentei numa mesa, na frente do Café & Afins, em Balneário Camboriú, coloquei as folhas na minha frente, peguei a caneta na mão e esperei, talvez uns cinco minutos e pronto, uma história começou a criar forma, algo que não tinha me passado pela cabeça ainda, tenho quase certeza de que não foi uma das milhares ideias que me vêm e vão sem que eu anote ou escreva logo.
Ainda sobre o fetiche por pés
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Engraçado, o texto que escrevi ano passado no Descompassado sobre fetiche por pés sempre me rendeu muita trollagem, xingamentos e, no entanto, por muito tempo foi meu texto mais lido.
Contudo, o último comentário que fizeram sobre ele realmente me fez pensar um pouco, e me sinto obrigado a dizer que já não sustento mais a mesma opinião pueril daquela forma que fiz no texto. Quer dizer, pés femininos continuam sendo irrelevantes pra mim, prefiro olhos, bocas, seios e pernas, mas é aquela história, cada um com seu cada qual, não acho mais o absurdo que achava gostar tanto de pés.
Inocência e liberdade (ou lentilha de ano novo)
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Hoje tive vontade de comer lentilha. Tá, e daí?
Não, não foi um desejo por lentilha assim, simples e despretensioso, foi um desejo impregnado de um saudosismo quase infundado. Eu tive vontade de comer lentilha de ano novo, porque ela representa na minha vida, depois de tantas repetições, um momento estranho com a minha família, um momento em que todos acabam sendo mais “flor da pele”, tiram um pouquinho o coração do peito e mostram que ele tem lágrimas escondidas, acumuladas, que ele é de manteiga e que tudo pode ser tão maravilhosamente triste, ainda assim, num paradoxo fabuloso, belo e alegre.
Viscosidade da vida
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Fluidos, de uma maneira geral, podem ser identificados como gases e líquidos, a maioria de vocês deve lembrar disso e de alguns conceitos que serão apresentados no texto, são conceitos introduzidos no ensino médio e, para alguns, complementados e aprofundados no ensino superior.
Pois bem, os fluidos têm uma propriedade chamada Viscosidade (dinâmica ou cinemática). Viscosidade pode ser facilmente visualizada quando citamos dois exemplos: água escorrendo e mel escorrendo. Qual o mais viscoso? Obviamente o mel, né?