Ciência

A Mente e a Corrida

Creio que esse texto precisa de uma espécie de preâmbulo, porém, tenho certeza que qualquer esforço meu em fazê-lo será em vão, a completude das explicações se torna extremamente difícil de alcançar.

Desde que me conheço por pseudo-gente tenho uma espécie de ligação com coisas que pouca gente gosta, coisas como magia, meditação, energias, símbolos e coisas assim. Não é por acaso que os caminhos vão se apresentando aos poucos pra nós.

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Calor e temperatura ou a faísca que não queima

Então, por que as faíscas não queimam a gente?

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Tempo, relatividade, universo em expansão e nós

De forma alguma quero dizer que essas ideias aqui são originais, muito menos novas. Já devo ter lido isso em alguma lugar. Contudo, no momento, isso me pareceu pertinente ser escrito com ideias próprias, com o que me veio agora na cabeça. Sendo assim, é muito possível que isso tudo caia no besteirol, porém, como não tenho a intenção de ser muito científico e sério nesse texto, vou deixar a imaginação se soltar.

Primeiro, me peguei pensando em como as coisas têm passado rápidas demais, os dias acabam logo, as semanas passam e quando se vê já é a segunda-feira que parecia tão distante sete dias atrás. Os meses vão correndo, e o ano novo chega como se recém tivéssemos batido as taças com champanhe fazendo todos aqueles votos e promessas entediantes, falsas e, muitas vezes, de tolice perturbadora.

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Chip Bioeletrônico conecta neurônios a circuito eletrônico

010110091111-chip-neuroniosQuem pensava que Robocop era coisa de filme, está enganado.

Engenheiros de um instituto de tecnologia da Bélgica criaram (pode acreditar) chips que conectam neurônios e circuitos eletrônicos através de uma série de nanopilares (pilares de eletrodos minúsculos, mas minúsculos mesmo, capazes de receber e disparar estímulos elétricos).

Das vantagens que isso pode trazer à sociedade estão, por óbvio, as regenerações e reconstruções de tecido nervoso, podendo fazer com que uma pessoa paraplégica, por exemplo, recupere seus movimentos.

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Entropia de um sistema é movido

Começando bem a segunda. Bastante interessante a matéria a seguir.

A importância dessa ferramenta é indiscutível, e pode mudar bastante os métodos de estudo e análise de sistemas microscópicos, ou quânticos. E, uma vez que se tem a necessidade cada vez maior de atentar às micropartículas e seus comportamentos, é indispensável gastar um tempo na engenharia dessa coisa aí.

A entropia é uma das coisas mais engraçadas que eu estudei, “grau de desordem de um sistema”, mas de onde vem essa desordem? Como medir e como prever os comportamentos singulares dos átomos e suas partes? Costumo dizer que aquilo que não sabemos nomear em um sistema, aquilo que não estava previsto, chama-se Entropia.

“O grau de entropia tende a aumentar”. Pois que não é assim com nossa mente? Isso me lembra uma teoria psico-literário-transcendental que fala sobre histórias/vidas contadas (lembradas) de maneira similar, não sabemos reconstruir cada pedaço do que ocorre dentro de nós, o que move cada pensamento, o que estimula cada idéia que será transformada em ação, contudo, sabemos de um resultado, o atual, e à partir disso medimos pontos fixos, mas não podemos embarcar mais afundo, pois a entropia da nossa mente nos afastou do original.

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