(re)trato
Vacilei, e eis que não me sustento;
Sou desequilíbrio na corda bamba,
Um melancólico na roda de samba,
Enchendo minhas idéias de vento.
Sou desequilíbrio na corda bamba,
Um melancólico na roda de samba,
Enchendo minhas idéias de vento.
E um nó me aperta e cinge,
E só, vejo tudo que se passa,
Na indiferença se faz disgraça;
E o poeta finge que finge.
Grito em bemol para um mundo surdo,
Imagino o que há além dessas paredes
De galáxias ou pensamentos verdes,
Fora de estação, como eu no mundo.
E se tua mão me fosse estendida
Sei que não cairia, e o nó soltaria,
Calando o grito numa aurora em euforia;
Ah, se tua mão me fosse estendida.
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Algo me dizia que tu estavas a escrever…Beleza de poema! Tem cara e alma de canção…hummmm…Bjao.
e a amiga do poeta acredita que finge que acredita que finge (…)Ta mal de amigos hein!Mas como eu sou uma excessão, e sou very legal vou te perguntar:- Já conhece o Mark Ryden?http://www.markryden.com/Acho que as imagens dele casam com teus textos e vice versa(UHAUHUHUAH)____Foi uma maratona de três posts enquanto detonei uma xícara de café;Gostei!
ahhh..esqueci de elogiar!Muito boa a estrela da foto!
Gostei mesmo! ( só pra ti nao pensar que eu nunca gosto das tuas imagens)- e se pensasse? ( vide teu post acima – thelema………….)beijoquitas de Ma.