Sobre ti não gostaria de falar
Em tato, em pele, em cheiro ou luz
Mas por aí também me conduz
Tua beleza, que inapto sou ao mensurar

Ando onde antes ansiava encontrar-te
Andinas paisagens, e eu animoso anedótico
Faço joguetes, zeloso, em teu pórtico
Sentindo o zéfiro que me vem do oeste

De longe, vêm-me teus sinais
E eu os capto como um sustento
E é só deles que eu me alimento
E é deles que quero sempre mais

“Moça, olha só o que eu escrevi…”

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