A felicidade compartilhada
12/04/10
“A felicidade só é real quando compartilhada”
Com a frase acima termina o filme, de livro homônimo, Na Natureza Selvagem. Não vou entrar no mérito do livro porque não li, nem no do filme porque já o vi há tempos e não sou um especialista em cinema, só posso dizer que gostei muito.
A frase final do filme é bastante impactante, principalmente para quem presta atenção às coisas sutis da vida.
Somos, possivelmente, felizes sozinhos, pulando pra cá e pra lá entre pessoas, contudo, é uma felicidade contida, comedida, incompleta. É como quando amigos se encontram e contam os causos das suas vidas, as suas alegrias e vitórias, fazem isso não para se vangloriar e ostentar como se colocando acima do outro, pelo contrário, o amigo conta as coisas boas da sua vida, pois sabe que o ouvinte alegrar-se-á ao ouvi-las, compartilhando um pedaço da alma, do sentido dessa felicidade.
A tragédia no Rio de Janeiro e a culpa de deus
08/04/10
É tão desesperador ver o que está acontecendo no Rio de Janeiro, ver os prantos das pessoas que perderam além de suas casas e pertences seus familiares e amigos. Essa é, de fato, uma das piores coisas que uma pessoa pode enfrentar, é a completa desolação.
No entanto, como se não se compadecessem diante dessas tragédias, vemos aqueles pastores, infames, martelando em nossos ouvidos suas pregações mais ridículas: o castigo de deus.
Não é hora para sermões desse tipo, é hora de ajuda, de filantropia, de caridade.
A Matéria Escura e a Mente
29/03/10

Pronto pra mais uma viagem, peque gafanhoto? Então vamos lá.
Matéria escura é uma espécie de matéria que não emite luz, portanto, não pode ser observada pelos nossos olhos. Não sabemos a forma, mas podemos mensurar, mais ou menos, o tamanho de um “aglomerado” (?) de matéria escura através de cálculos super divertidos em que dados são retirados de observações da interação dessa matéria escura com a matéria “normal” ao seu redor, uma vez que influências são exercidas por aquela sobre esta, em seu campo gravitacional e energético.
Como mudamos com o tempo
28/03/10

Não sou um cara muito chegado a fotos, quero dizer, odeio tirar fotos, sou tímido pra isso, e não é de hoje, acho que desde pequeno fui assim, por tal motivo, é muito difícil encontrar fotografias minhas de quando era criança ou adolescente.
Contudo, às poucas fotos que tenho gosto de dar certa atenção especial, não por narcisismo (obviamente não), mas por uma ânsia de me descobrir, de encontrar algum segredo bem escondido naquele rosto que já não é mais o mesmo, naqueles olhos que já não têm o mesmo brilho, no corpo bem diferente.
