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(onomatopéia de cabeça batendo na parede)
São pó de angústia essas lágrimas
Que me ardem e secam
Que me cegam e pecam
São pó de angústia, um infinito
De velas com os dedos apagadas
De possibilidades pelo tempo perdidas
Angústia em pó, e eu em prantos
De velhos vícios condenados
De amores vivos maculados
Sou cegueira angustiante
E a poeira penetra pelos poros
Sou pó, pedras e muros
Ai, que me são pó de angústia
E eu transbordo confusão
E sou todo frio sem razão
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Quanta angústia em suas palavras… Mas gostei delas, elas passam sinceridade e sentimento realmente.
Belo texto garoto. ;D