M.O.
E tentar negar um instinto
Deixar para trás o que a alma anseia
Já não me serve como servia a farsa
E se meu espírito for forte para esta empreitada
Para essa obra grandiosa
Haja em mim as luzes da vida em amor
Ao que é de mim e me faz a vontade verdadeira
Se uma rejeição de mim antes me forçou
A ficar num cárcere dourado
Hoje, assumir o trono sobre as ruínas me apraz
E se meus pés tocam a lama, minha cabeça encosta no nada
E meu coração reside no sol
Então, nisso tudo eu vejo um momento, seguido por outro momento
E nada mais do que sucessões temporais, privadas de sentidos alheios,
Eu vejo o rebanho e é só um rebanho
Eu vejo o mundo que chamam deus, mas eu chamo mundo
Nisso, minha alma aprendeu dos prótons e elétrons qual o spin da minha vida
Ressonando num só sentido, sentindo saborosos os frutos da entropia, a qual respiro com alegria
Ai de mim que estou no ocaso
Ai de mim que sou aurora
Ai dos barrocos e dos existencialistas, ai dos românticos e dos classicistas
Ai do que anseia por ser eterno
Ais e ais e ais sem um sentido
Se não fosse da mudança a vida feita, onde estaria nossa felicidade?
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Bravo!!
1.Que texto bonitinho e didático, nem parece do vilão que mora aí dentro.. hahaha
2.ri de ti dias.. tava vendo as fotos do aniver de 15 da mari.. e tu com a mesma roupa que o guitel, com cabelo comprido, fazendo bico de seriedade… uma fi-gu-ra!!!
tu nem parecia ctg mesmo… ;P
3. tempos que nao comentava aqui… uuu!
beijoca
Ai de mim que me permito acreditar…
… esse é o reino da alegria. Tudo pode ser…
,)
Glicério
Muito legal o texto!