jardins em si
Fechava os olhos e vivia para dentro,
Em suas memórias, com segurança,
Onde a dança, então, alcança
O cerne da alegria, o cume, o centro.
Em suas memórias, com segurança,
Onde a dança, então, alcança
O cerne da alegria, o cume, o centro.
Tratava das visões como dos jardins,
Do chá das cinco no inverno pastel,
Sob o céu cinza deste imenso bordel
Onde era doce o mel de todos os fins.
Ah, infiel de sua derrocada,
Aprendeu a desviar do caminho
Quando se sabia em si sozinho.
Quanta infelicidade nesta piada;
Pôs o livro sob o braço direito
E caminhou como se tudo tivesse feito.
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falso profeta, eu te condeno!ueaheaiuheacho que o café nao ta me fazendo bem, MESMO.-.-gosto de surrealismo
Adorei o título e a imagem, e o poema, é claro…Bordel, pastel, infiel, mel…Isabel hehehe…oh, podia ter meu nome ali…tô brincando, é claro! Não ouso fazer grandes análises sobre os teus escritos, os adoro e ponto!Bjo.
Bom, não ouso fazer grandes análises de nada, neh…hehe
Ahh curtii o poemaaé bem a tua cara;)