i, ii e iii
i
Ai de mim, que de tanta dor sentindo
Esqueci-me de ser o meu Ser em vida
Ausentei-me de mim, da alma omitida,
E perdi meu tempo – comigo desavindo.
ii
Com uma película cobrindo meus olhos
Eu tateio em vão pelos contornos que vejo
E me bato e debato num parco lampejo
Nessa noite, contra os enormes escolhos
iii
Na noite mais escura eu consigo me ver de perto
E só assim eu suporto minha imagem
Quando cessa a dor e sou apenas eu à margem
Do meu Ser oceânico, com sede do incerto
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Ta bem inspirado neh…Que fase essa…Mas Parabéns pelas frases…muito bonitas e bastante intensa…Beijoos e me liga neh!!!
Rááá!Meu doido preferido!Huahsuhausha!!!,)
lindíssimo, hiper mega extra poético! Bjs
Belo e doloroso…eu sei como é,que destino imposto mas descabível,o que pra muitos é perfeito…pra nós só resta esperar que a roda ande.