dulcíssima
É, amor, agora eu calo,
Deixo o meu corpo traduzir
Tudo aquilo que há porvir
Neste suave e sincero embalo.
Faltam-me, pois, já, as palavras;
Agora, sejas meu cálice de amores,
Deixa-me beber teus licores,
Essas delícias que me consagras.
Terei eu fôlego suficiente
Para saciar minha sede sem afogar
Meu corpo nessa taça de âmbar?
Quero que a mim intente,
E venha me envenenar por completo
Com teu dérmico e edênico afeto.
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Só há o(s) sentimento(s)!