bitter
Querer te afastar? Como assim? De forma alguma.
Tu, que já fazes parte de minha existência, és ser do meu ser, moras em mim como uma erva no tronco de uma árvore cinzenta. Nutre-te!
Disseca, resseca, ou apenas seca o que há para ser evaporado em mim. Essas hídricas amarguras esquentam minha face, avivam minha mente, fortalecem o meu corpo. Eu as aceito assim mesmo, não há mal nenhum.
Há minha culpa, e tu estás ali dentro dela.
Há minha imensa insegurança, e lá tu tens tua morada também.
Fechaste muitas janelas em minh’alma, trancaste portas que eu nunca mais conseguirei abrir, sempre permanecerão fechadas, e, sinceramente, isso deve ser bom, de alguma forma.
És comedida em teus impérios, cautelosa em tuas conquistas, sabes que o terreno é valioso.
Ah, e olha quantos frutos dourados tens me trazido.
Não, eu não te afasto nem te evito, nem te quero ou desejo. Convivo contigo e tu me mostras um outro tipo de sabedoria.
Ah, e esses frutos serão de alcance dos que quiserem, pois tu não és egoísta.
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Tá! agora para de me copiar pq eu postei primeiro , o tema da árvore!hushuehsheuuhé brincadeira,não se compara o que eu escrevo e o que tu escreve,mas a verdade, pelo menos a minha, é que escolhemos estradas diferentes,mas que vira e mexe nos levam ao mesmo lugar.e quanto ao texto: é eu sou muito legal mesmo! ;Pheuheuehueheu gosto do jeito que vc ve as coisas, x)adorei;boa sorte no caminho!bjos